Galeria de Fotos − Tarja
"Às vezes a doença tenta assumir o controle, mas quem manda sou eu. Ela faz e continuará fazendo parte de mim, mas eu vejo o meu futuro assim como eu o veria sem a EM."
Tarja
Idade: 45
Cidade em que reside: Pirkkala, Finlândia
Aparecimento dos primeiros sintomas: 1991
Primeiro sintoma constatado:Dormência, formigamento, rigidez e perda de sensação
Data do diagnóstico: 1993
Início do tratamento: 1997
Como professora de escola maternal em tempo parcial e mãe de duas adolescentes, Tarja precisa de muita energia. Assim, quando ela sentiu dormência nas pernas, formigamento, rigidez e perda da sensação, ela ficou com medo de como isto poderia afetar sua vida.
Foram necessários dois anos para que os médicos finalmente diagnosticassem EM. "Eu me senti como se isto fosse o fim do mundo. Depois comecei a negar tudo e não queria falar com ninguém. A doença passou a ser uma espécie de tabu e eu até disse ao meu parceiro que não deveria menciona-la para ninguém".
Naquela época não estavam disponíveis na Finlândia tratamentos para os sintomas precoces de EM, de modo que Tarja falou com outros pacientes com EM e aprendeu como lidar com a doença. Quatro anos depois, Tarja iniciou o tratamento.
Atualmente, Tarja tem uma vida ativa e prazerosa e não tem medo de discutir sua doença com a família e os amigos, que lhe deram todo o apoio. "Às vezes a doença tenta assumir o controle, mas quem manda sou eu. Ela faz e continuará fazendo parte de mim, mas eu vejo o meu futuro assim como eu o veria sem a EM". Recentemente ela até recomeçou a tocar acordeão - algo que ela tinha iniciado há 20 anos.
"É importante obter o maior número possível de informações para se livrar dos seus piores receios. Você não pode permitir que a EM assuma o controle".
